Descrição
Alienação parental tem nome e quem sofre tem rosto: 7ª Conferência de Conscientização e Prevenção à Alienação Parental
A alienação parental é uma realidade silenciosa, mas profundamente danosa, que atinge crianças e adolescentes de forma direta, comprometendo vínculos afetivos, fragilizando relações familiares e deixando marcas que muitas vezes se prolongam por toda a vida.
É justamente para dar visibilidade a esse problema, que muitas vezes se esconde no cotidiano das relações familiares, que nasce este encontro.
Com a participação de grandes referências no tema:
- Carmen Lúcia Rodrigues Ramajo – Juíza de Direito do Tribunal de Justiça do Paraná, titular da 2ª Vara de Família, Acidentes do Trabalho e Sucessões de Maringá e Juíza Supervisora do CEJUSC
- Josani Campos da Silva – Psicóloga, com atuação na clínica psicanalítica e em Varas de Infância e Família
- Lenice Bodstein – Desembargadora do Tribunal de Justiça do Paraná, integrante da 11ª Câmara Cível e 5ª Seção Cível
- Priscilla Cristiane Barbiero – Advogada e Presidente da Comissão de Alienação Parental do IBDFAM/PR
Com o propósito de informar, sensibilizar e promover a prevenção, a OAB Maringá por meio das comissões: de Direito das Famílias e Sucessões; de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente; e OAB na Escola, realiza a 7ª Conferência de Conscientização e Prevenção à Alienação Parental, integrando a programação do mês de combate à alienação parental no município.
Mais do que um encontro acadêmico, a conferência integra um projeto institucional aprovado no âmbito do PROEX Comissões — programa da OAB Paraná que fomenta e apoia iniciativas das Comissões voltadas ao aperfeiçoamento da advocacia e ao impacto social. A proposta é levar informação acessível à sociedade, fortalecer a atuação da advocacia especializada e incentivar uma abordagem multidisciplinar sobre o tema, reunindo Direito, Psicologia e Poder Judiciário.
O evento está alinhado à Semana Municipal de Conscientização e Prevenção à Alienação Parental, instituída em Maringá, que tem como finalidade justamente fomentar o debate público e disseminar conhecimento sobre os impactos dessa prática na formação das crianças e adolescentes.
A participação é aberta a advogados, estudantes, psicólogos, assistentes sociais, profissionais da educação, conselheiros tutelares, mediadores, servidores do sistema de justiça e a toda a comunidade interessada. Será um espaço de reflexão qualificada, troca de experiências e construção de caminhos mais conscientes, humanos e responsáveis nas relações familiares.
Porque dar nome ao problema é o primeiro passo para enfrentá-lo e reconhecer quem sofre é o caminho para transformar realidades.





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